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A hepatite B possui alta taxa de infecção e é transmissível, entre outras, por via sexual e pela saliva é de grande risco para nossos adolescentes. O início da atividade sexual cada vez mais cedo, a falta de consciência a respeito dos riscos do sexo não-seguro e a freqüente troca de parceiros, além da maior abertura a modismos como tatuagens e piercings, integram as condições que contribuíram para que o Ministério da Saúde brasileiro ampliasse, de 15 para 19 anos, a faixa etária contemplada com a vacina no PNI.
A doença pode ser transmitida por sangue e secreções corporais. Os adolescentes constituem um grupo prioritário para vacinação contra hepatite B, já que podem estar continuamente expostos ao vírus da hepatite B, por meio de contato sexual (iniciado cada vez mais precocemente), do uso em comum de seringas para administração de drogas injetáveis etc. Ressaltamos que o VHB é o principal causador de câncer do fígado.
O esquema recomendado é de três doses. Atualmente, a vacina de hepatite B é fornecida pela rede pública para todos as pessoas com menos de 20 anos de idade na maior parte dos estados da federação.
Na rede privada, a vacina pode ser combinada, contra hepatite A e B em uma única injeção, para maiores de 15 anos são 3 doses e para os menores bastam 2 doses da vacina combinada.
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